A osteoporose é uma condição que atinge os ossos, tornando-os mais fracos e mais propensos a fraturas.
É como se os ossos ficassem “porosos”, com pequenos buracos e espaços que aumentam de tamanho, diminuindo a densidade e a resistência óssea.

Quem É o Dr Frederico Anselmo?
Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais em agosto de 1998
Títulos de especialista em Clínica Médica, Terapia Intensiva e Endocrinologia e Metabologia
Com mais de 25 anos de formado intensamente dedicados à medicina, possui grande experiência no cuidado aos pacientes, desde o consultório até os quadros mais delicados da UTI.
Realiza seus tratamentos sob as orientações e limites estabelecidos pela ética médica e sempre embasados em conhecimentos científicos atualizados e consolidados.
Com toda essa vivência, está altamente capacitado para diagnosticar, prevenir e tratar os quadros de osteoporose.

A Estrutura do osso
Antes de entendermos o que é a osteoporose, é necessário termos alguma noção de como os nossos ossos são formados.
Imagine que eles são como um prédio muito bem construído, projetado para ser forte, flexível e leve ao mesmo tempo.
Apesar de parecerem sólidos, nossos ossos são tecidos vivos e dinâmicos, que estão em constante renovação.
Podemos identificar dois tipos principais de ossos no nosso organismo:
Osso Compacto (ou Cortical):
É a parte mais densa e rígida do osso.
Ele é como o concreto do prédio, dando ao osso sua principal resistência à compressão.
O osso compacto é muito sólido, com poucos espaços, o que lhe garante a força e a capacidade de suportar peso.
Osso Esponjoso (ou Trabecular): Fica na parte interna do osso, principalmente nas extremidades dos longos ossos (ex.: ossos das pernas e dos braços) e no interior de ossos curtos e planos (ex.: os ossos das nossas vertebras).
Ao contrário do compacto, o osso esponjoso é, como o nome sugere, mais “poroso” e cheio de espaços.
Ele é formado por uma rede de pequenas barras e placas interligadas. Essa estrutura porosa o torna mais leve, mas ainda assim forte, e ajuda a distribuir a força e absorver impactos.

Além dessas características, os ossos são formados por dois tipos de componentes que, juntos aumentam muito a sus força e resistência
- Componente Orgânico (aproximadamente 35%): Majoritariamente colágeno (uma proteína), que confere flexibilidade e resistência à tração ao osso, evitando que ele se quebre facilmente sob impacto.
- Além do colágeno, há outras proteínas e água.
- Componente Inorgânico (aproximadamente 65%): Principalmente cristais de hidroxiapatita, que são compostos de cálcio e fosfato. É esse componente que confere ao osso sua rigidez e dureza.
- É a falta algum destes componentes (principalmente o cálcio) que leva a osteoporose

É por isso que o cálcio é tão importante para a saúde óssea
Por Que Ocorre A Osteoporose?
Vários fatores podem contribuir para o desenvolvimento da osteoporose, e muitas vezes é uma combinação deles:
Idade Avançada: Essa é a causa mais comum. Com o envelhecimento, nosso corpo naturalmente começa a perder massa óssea. É como se a “fábrica de ossos novos” ficasse mais lenta, e a “equipe de demolição” continuasse trabalhando no mesmo ritmo. Por isso, a osteoporose é mais comum em idosos, tanto homens quanto mulheres.
Menopausa (em Mulheres): A menopausa é um marco importante na vida de muitas mulheres. Durante essa fase, os níveis de estrogênio, um hormônio que ajuda a proteger os ossos, caem drasticamente. Essa queda hormonal acelera a perda óssea, tornando as mulheres mais suscetíveis à osteoporose após a menopausa. É por isso que ela afeta muito mais mulheres do que homens.
Deficiência de Cálcio e Vitamina D: O cálcio é o principal “tijolo” dos nossos ossos, e a vitamina D é indispensável para que o nosso corpo absorva esse cálcio. Se você não ingere cálcio suficiente na sua dieta (leite, queijo, brócolis) ou não tem vitamina D suficiente (seja pela exposição ao sol ou por suplementos), seus ossos não terão os materiais necessários para se manterem fortes.

Histórico Familiar: Se seus pais ou avós tiveram osteoporose, especialmente se sofreram fraturas com facilidade, você tem um risco maior de desenvolver a doença. Isso sugere uma predisposição genética, ou seja, seus genes podem influenciar a forma como seus ossos se desenvolvem e se mantêm ao longo da vida.
Sedentarismo (Falta de Exercícios): Os ossos precisam de estímulo para se manterem fortes. Atividades que envolvem sustentação de peso, como caminhar, correr ou levantar pesos, sinalizam ao corpo que os ossos precisam ser mais densos e resistentes. Pessoas que são muito inativas tendem a ter ossos mais fracos, pois não recebem esse estímulo.
Uso de Certos Medicamentos: Alguns medicamentos podem enfraquecer os ossos como efeito colateral. Os mais conhecidos são os corticoides (usados para inflamações, asma, etc.), mas outros, como alguns tratamentos para convulsões, câncer ou doenças da tireoide, também podem aumentar o risco. Sempre converse com seu médico sobre os efeitos colaterais dos seus medicamentos.
Tabagismo (Fumar): Fumar é prejudicial para a saúde dos ossos de diversas maneiras. Ele dificulta a absorção de cálcio, diminui a produção de estrogênio (nas mulheres) e reduz o fluxo sanguíneo para os ossos, tornando-os mais frágeis.

Consumo Excessivo de Álcool: Beber álcool em excesso pode interferir na capacidade do corpo de absorver cálcio e vitamina D. Além disso, o álcool pode afetar a formação de novas células ósseas e aumentar o risco de quedas, o que eleva a chance de fraturas.
Alterações hormonais: Alguns hormônios tem impacto direto na saúde óssea. Dentre esses, o mais importante é o paratormônio.
Outras Condições Médicas: Algumas doenças crônicas também podem contribuir para a osteoporose, como problemas na tireoide, doenças renais, doenças inflamatórias intestinais e artrite reumatoide.
O Papel Dos Hormônios Na Saúde Óssea e o Papel Do Endocrinologista
O metabolismo do cálcio e da Vitamina D é gerido por um hormônio específico, o Paratormônio.
As Glândulas Paratireoideas
As glândulas paratireoides estão localizadas na parte posterior da tireoide. Geralmente são em número de quatro glândulas, mas em algumas pessoas esse número pode ser maior.
Elas são glândulas incrivelmente pequenas, geralmente do tamanho de um grão de arroz ou de uma lentilha.
Em termos de peso, cada glândula paratireoide normal pesa em média cerca de 35 a 40 miligramas (mg). Como a maioria das pessoas tem quatro dessas glândulas, o peso total das quatro paratireoides juntas seria de aproximadamente 0,14 a 0,16 gramas (g).

Para ter uma ideia, 1 grama equivale a 1000 miligramas. Então, elas são realmente minúsculas, mas sua função no controle do cálcio no corpo é gigantesca!
O produto das glândulas paratireoideas é o Paratormônio (PTH). Ele é o principal responsável pelo controle da quantidade de cálcio no nosso organismo.
Além disso, o PTH também afeta o metabolismo da Vitamina D. É esse hormônio que “Ativa” a vitamina D, possibilitando que ela aumenta a absorção do cálcio pelo nosso intestino.
Além do PTH, temos ainda outros hormônios que afetam a saúde dos nossos ossos:
- Estrogênio: Este hormônio feminino é um grande protetor da saúde óssea. Desta forma, quando a mulher entra na menopausa e a quantidade deste hormônio cai abruptamente, a saúde óssea está comprometida, aumentando o risco da osteoporose.
- Cortisol: Produzido por glândulas presentes sobre os rins, as glândulas suprarrenais, o cortisol é um grande inimigo dos ossos. Quando produzido em grandes quantidades, o cortisol diminui muito a força e resistência dos ossos, aumentando muito o risco de fraturas.
- Hormônio da tireoide: O excesso de hormônio da tireoide, visto nos casos de hipertireoidismo, piora a composição dos ossos, podendo levar a quadros de osteoporose.

Os Sintomas da Osteoporose: Quando o Corpo Começa a Dar Sinais
A osteoporose é uma doença silenciosa! Não há dor ou qualquer desconforto na sua fase inicial.
Na grande maioria das vezes, as pessoas só descobrem que têm osteoporose quando a doença já está mais avançada e causa uma das seguintes situações:
Fraturas (Ossos Quebrados): Este é, de longe, a apresentação mais comum e o primeiro sinal para a maioria das pessoas. Uma fratura por osteoporose acontece quando um osso se quebra com um impacto que, normalmente, não seria suficiente para causar uma lesão em um osso saudável. Isso pode acontecer com:
- Quedas Leves: Cair da própria altura, tropeçar, ou até mesmo um escorregão simples pode resultar em uma fratura no punho, quadril ou coluna.
- Atividades Cotidianas: Em casos mais graves, até mesmo uma tosse forte, um espirro ou levantar um objeto leve pode causar uma fratura na coluna.
- Locais Comuns: As fraturas mais comuns associadas à osteoporose ocorrem no punho, na coluna vertebral (vértebras) e no quadril.

Diminuição da Altura: Com o tempo, as vértebras (os ossos da sua coluna) podem enfraquecer e se “achatar” ou colapsar. Quando várias vértebras sofrem isso, você pode perder alguns centímetros de altura. Muitas pessoas notam que suas roupas ficam mais largas na cintura e mais compridas nas pernas.
Postura Encurvada (Corcunda): O colapso das vértebras da coluna também pode levar a uma mudança na sua postura. A coluna pode se curvar para frente, resultando no que é popularmente conhecido como “corcunda” (ou cifose). Isso acontece porque as vértebras enfraquecidas não conseguem mais suportar o peso e a curvatura natural da coluna.

Dor nas Costas: Embora a osteoporose em si não cause dor diretamente, as fraturas nas vértebras da coluna, sim. Essas fraturas podem causar dor crônica nas costas, que pode variar de leve a intensa, dependendo da gravidade do colapso vertebral. Essa dor pode surgir de repente ou piorar gradualmente.
Como saber se você tem osteoporose?
Essa é uma pergunta muito importante, porque, como já falamos, a osteoporose é uma “doença silenciosa” – ela raramente dá sinais claros até que o osso já esteja bem fraco e ocorra uma fratura. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental!
Como o Médico Descobre se Você Tem Osteoporose?
Para diagnosticar a osteoporose, o médico vai juntar algumas informações e, se necessário, pedir alguns exames. Veja como funciona:
- Conversa com o Médico (Anamnese e Histórico): O médico vai perguntar:
- A sua idade;
- se você for mulher, se já passou pela menopausa;
- se alguém na sua família teve osteoporose,
- perguntar sobre os seus hábitos (fuma? bebe álcool? pratica exercícios?);
- se você usa algum medicamento contínuo ou tem alguma doença que possa afetar os ossos.
- Todas essas informações são pistas importantes.
- Se você já teve alguma fratura com impacto leve, perdeu altura, ou notou uma mudança na sua postura.

- Exame Físico:
- O médico pode avaliar sua postura, sua altura e procurar sinais de “corcunda” (cifose), que podem indicar fraturas na coluna.
- O Exame Mais Importante: Densitometria Óssea (DEXA ou DXA)
- Este é o “padrão ouro” para diagnosticar a osteoporose. Pense nele como uma espécie de “raio-X superpreciso” que mede a densidade (ou seja, a quantidade de cálcio e outros minerais) dos seus ossos.
- Como é feito? É um exame simples, rápido e indolor. Você se deita em uma maca e um aparelho passa sobre seu corpo, emitindo uma pequena quantidade de radiação (muito menor que um raio-X comum). Ele foca principalmente na coluna lombar (parte de baixo das costas) e no fêmur (osso da coxa), pois são locais que sofrem bastante com a osteoporose.
- O que ele mostra? O resultado da densitometria óssea é comparado com a densidade óssea de pessoas jovens e saudáveis (chamado de “T-score”).
- Normal: Sua densidade óssea está boa.
- Osteopenia: Sua densidade óssea está um pouco abaixo do normal. É um “alerta amarelo”, indicando que você tem um risco maior de desenvolver osteoporose se não tomar medidas preventivas.
- Osteoporose: Sua densidade óssea está significativamente baixa, confirmando o diagnóstico da doença.
- Quem deve fazer? Geralmente, a densitometria óssea é recomendada para:
- Todas as mulheres com 65 anos ou mais.
- Todos os homens com 70 anos ou mais.
- Mulheres na pós-menopausa com menos de 65 anos e homens entre 50 e 69 anos que tenham fatores de risco para osteoporose (como os que mencionamos antes).
- Pessoas que já sofreram alguma fratura por fragilidade.
- Pessoas que usam medicamentos ou têm condições médicas que aumentam o risco de osteoporose.
- Exames de Sangue e Urina
- Importante para complementar os dados já obtidos, o médico pode pedir exames de sangue e urina para verificar os níveis de cálcio, vitamina D e outros marcadores. Isso ajuda a descartar outras doenças que possam estar causando a perda óssea ou a entender melhor a causa da osteoporose. Por exemplo, se a vitamina D estiver muito baixa, pode ser um fator contribuinte.
Como Proteger Seus Ossos e Prevenir a Osteoporose
Prevenir a osteoporose é como construir um alicerce sólido para uma casa: quanto mais cedo você começar e quanto mais forte ele for, menos chances terá de ter problemas no futuro. A boa notícia é que muitas das medidas de prevenção são hábitos saudáveis que beneficiam sua saúde em geral!
As principais estratégias para manter seus ossos fortes e saudáveis ao longo da vida envolvem alimentação, exercícios e alguns cuidados com seu estilo de vida:
- Cálcio: O “Tijolo” dos Seus Ossos O cálcio é o mineral mais importante para a formação e manutenção dos ossos. Pense nele como o principal “tijolo” que constrói e reconstrói seu esqueleto.
- Onde encontrar? Leite e derivados (queijo, iogurte), vegetais de folhas verde-escuras (brócolis, couve), sardinha, gergelim, tofu.
- Quanto preciso? A quantidade varia com a idade, mas adultos geralmente precisam de cerca de 1.000 a 1.200 mg de cálcio por dia. Converse com seu médico ou nutricionista para saber a quantidade ideal para você.

2. Vitamina D: o Hormônio que Ajuda na Obtenção do Cálcio Não adianta ter cálcio se seu corpo não consegue absorvê-lo. A vitamina D é fundamental para que o cálcio seja absorvido no seu intestino e bem aproveitado pelos ossos.
- Onde encontrar? A principal fonte é a exposição ao sol (cerca de 10 a 15 minutos, antes das 10h ou depois das 16h, sem protetor solar, mas com cuidado para não se queimar). Alguns alimentos como peixes gordurosos (salmão, atum) e gema de ovo também contêm, mas em menor quantidade.
- Suplementação: Muitas pessoas, especialmente idosos ou que se expõem pouco ao sol, podem precisar de suplementos de vitamina D. Seu médico poderá verificar seus níveis e indicar a dose adequada.
- Cuidado: A Vitamina D tem a capacidade de se acumular no nosso organismo e, desta forma, levar a intoxicações.
3. Exercícios Físicos: O Estímulo que Seus Ossos Precisam Seus ossos são tecidos vivos que respondem ao estímulo. Quando você se exercita, especialmente em atividades com “impacto” (que forçam um pouco o osso), o corpo entende que precisa deixar os ossos mais fortes.
- Quais exercícios?
- Exercícios de suporte de peso: Caminhada, corrida leve, dança, subir escadas.
- Exercícios de força: Musculação, pilates, yoga – ajudam a fortalecer os músculos e também os ossos.
- Exercícios de equilíbrio: Tai chi, yoga – importantes para reduzir o risco de quedas, que podem levar a fraturas.
- Importante: Sempre converse com seu médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios, especialmente se você já tem alguma condição de saúde.

4. Estilo de Vida Saudável: Evite o que Prejudica os Ossos Certos hábitos podem “roubar” a saúde dos seus ossos.
- Pare de fumar: O cigarro prejudica a absorção de cálcio e diminui a produção de hormônios importantes para os ossos.
- Modere o álcool: O consumo excessivo de álcool interfere na absorção de cálcio e vitamina D, além de aumentar o risco de quedas.
- Cuidado com medicamentos: Alguns medicamentos, como os corticoides, podem enfraquecer os ossos. Se você usa esses remédios, converse com seu médico sobre como proteger seus ossos.
5. Prevenção de Quedas: Proteja Seus Ossos Fragilizados Para quem já tem osteoporose ou risco elevado, evitar quedas é fundamental para prevenir fraturas.
- Mantenha a casa bem iluminada e livre de tapetes soltos ou obstáculos.
- Use sapatos confortáveis e seguros.
- Instale barras de apoio no banheiro.
- Faça exames de vista regularmente.
Lembre-se, nunca é tarde para começar a cuidar dos seus ossos. Adotar esses hábitos saudáveis é um investimento na sua saúde e independência no futuro. Se você tem dúvidas ou preocupações sobre seu risco de osteoporose, converse com seu médico. Ele pode te orientar sobre exames e as melhores estratégias de prevenção para o seu caso.
Como é o Tratamento da Osteoporose?
O tratamento da osteoporose geralmente envolve uma combinação de mudanças no estilo de vida e, em muitos casos, o uso de medicamentos. O médico vai montar um plano específico para cada pessoa, levando em conta a gravidade da osteoporose, a idade, o histórico de fraturas e outras condições de saúde.
Medicamentos (A Ajuda Extra para os Ossos):
Quando as mudanças no estilo de vida não são suficientes ou a osteoporose já está avançada, o médico pode prescrever medicamentos. Existem diferentes tipos, e cada um age de uma forma:

- Bisfosfonatos (os mais comuns): São os medicamentos mais utilizados. Eles agem reduzindo a velocidade da “demolição” do osso antigo, permitindo que a formação de osso novo compense mais facilmente. Podem ser tomados por via oral (diariamente, semanalmente ou mensalmente) ou injetáveis (a cada 3 meses, 6 meses ou anualmente).
- Exemplos: Alendronato, Risedronato, Ibandronato, Zoledronato.
- Denosumabe: É um injetável (aplicado a cada 6 meses) que também age inibindo a “demolição” óssea, mas de uma forma diferente dos bisfosfonatos. É uma opção para quem não pode usar bisfosfonatos ou não responde bem a eles.
- Teriparatida: Este é um tipo de medicamento diferente, pois ele age estimulando a “construção” de osso novo É usado em casos mais graves de osteoporose, geralmente quando há muitas fraturas ou a perda óssea é muito intensa. É administrado por injeções diárias, por um período limitado de tempo.
- Romosozumabe: Um medicamento mais recente que tem uma ação dupla: ele tanto estimula a formação de osso novo quanto inibe a perda óssea. Também é administrado por injeção, geralmente por um ano, seguido de outro medicamento para manter o ganho ósseo.
- Outros Medicamentos: Em alguns casos específicos, outros tipos de medicamentos podem ser considerados, dependendo da causa da osteoporose ou de outras condições do paciente.
Acompanhamento Médico Contínuo
O tratamento da osteoporose não é algo que se faz uma vez e pronto. É um processo contínuo que exige:
- Consultas Regulares: Para que o médico possa avaliar como você está respondendo ao tratamento, fazer ajustes na medicação e verificar se há novos fatores de risco.
- Densitometrias Ósseas Periódicas: Para monitorar a densidade dos seus ossos e verificar se o tratamento está sendo eficaz.
- Exames de Sangue e Urina: Para verificar os níveis de cálcio, vitamina D e outros marcadores importantes.

Viver com osteoporose significa adotar um estilo de vida mais atento e seguir as orientações médicas. O tratamento adequado e a adesão a ele são a chave para reduzir o risco de fraturas, manter sua independência e ter uma boa qualidade de vida. Se você foi diagnosticado com osteoporose, converse abertamente com seu médico sobre todas as opções de tratamento disponíveis para o seu caso.