Pular para o conteúdo principal

Dr. Frederico Anselmo – Endocrinologia e Metabologia em

A tireoide é uma glândula pequena, mas poderosa, em forma de borboleta, localizada na base do pescoço, logo abaixo do pomo de Adão. Ela desempenha um papel crucial no funcionamento do nosso corpo, produzindo hormônios que controlam o metabolismo, ou seja, a forma como o corpo utiliza a energia.

Dr Frederico Anselmo – Endocrinologista

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais em agosto de 1998

Títulos de especialista em Clínica Médica, Terapia Intensiva e Endocrinologia e Metabologia

Com amis de 25 anos de formado intensamente dedicados à medicina, possui grande experiência no cuidado aos pacientes, desde o consultório até os quadros mais delicados da UTI.

Realiza seus tratamentos sob as orientações e limites estabelecidos pela ética médica e sempre embasados em conhecimentos científicos atualizados e consolidados.

Com toda essa vivência, esta altamente capacitado para diagnosticar e tratar os principais problemas da tireoide.

A palavra “tireoide” tem origem no grego antigo:

  • Thyreós (θυρεός): que significa “escudo”.
  • Oidés (οειδής): que significa “forma de”.

Portanto, “tireoide” significa “em forma de escudo”. Esse nome foi dado devido à semelhança da glândula com um escudo antigo.

Funções da tireoide

Regulação do metabolismo

Os hormônios tireoidianos, principalmente a tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3), influenciam a velocidade com que o corpo queima calorias, afetando o peso, a temperatura corporal e os níveis de energia.

Crescimento e desenvolvimento

Em crianças e adolescentes, a tireoide é essencial para o crescimento e desenvolvimento adequados do cérebro e do corpo.

Função cardiovascular

Os hormônios tireoidianos afetam a frequência cardíaca, a pressão arterial e a força das contrações do coração.

Função intestinal

A tireoide influencia a motilidade intestinal, ou seja, a forma como os alimentos se movem pelo sistema digestivo

Controle do Humor

Desequilíbrios nos hormônios tireoidianos podem afetar o humor, causando sintomas como depressão ou ansiedade.

Doenças Que Podem Acometer A Tireoide

As doenças que podem acometer a tireoide podem alterar tanto o sue funcionamento quanto a sua anatomia

Doenças Que Alteram O Funcionamento Da Tireoide

Hipotireoidismo

A tireoide produz hormônios insuficientes, levando a sintomas como cansaço, ganho de peso, pele seca e depressão.

Hipertireoidismo

A tireoide produz hormônios em excesso, causando sintomas como perda de peso, ansiedade, palpitações e intolerância ao calor.

Tireoidites

São processos inflamatório agudos ou subagudos ( que se desenvolvem dentro de alguns dias a alguns meses) que podem levar tanto ao funcionamento aumentado quanto reduzido da glândula.

Doenças Que Alteram A Anatomia Da Tireoide

Nódulos Tireoidianos

Pequenos caroços que se formam na tireoide, geralmente benignos, mas que podem exigir acompanhamento médico.

Câncer De Tireoide

Alguns nódulos (em torno de 20% dos casos) podem se malignos, o que caracteriza o câncer de tireoide.

Funcionamento Reduzido da Tireoide: Hipotireoidismo

O hipotireoidismo é uma condição em que a tireoide não produz hormônios tireoidianos suficientes. Esses hormônios são importantes para controlar o metabolismo do corpo, que é o processo que transforma os alimentos em energia.

O hipotireoidismo é mais comum em mulheres e pode ocorrer em qualquer idade.

Causas do Hipotireoidismo

A causa mais comum é uma doença autoimune chamada Tireoidite de Hashimoto, em que o sistema imunológico do paciente ataca a tireoide, levando a uma inflamação crônica que, progressivamente, vai reduzindo o funcionamento da glândula.

Outras causas de hipotireoidismo incluem:

  • Tratamento de hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios tireoidianos)
  • Tireoidites (inflamação da tireoide);
  • Cirurgia para remover a tireoide;
  • Radioterapia na região do pescoço;
  • Deficiência de iodo.

Sinais e Sintomas do Hipotireoidismo

Quando a tireoide não produz hormônios suficientes, o metabolismo fica lento, o que pode causar uma variedade de sintomas, como:

  • Cansaço excessivo;
  • Ganho de peso;
  • Prisão de ventre;
  • Pele seca;
  • Cabelo seco e quebradiço;
  • Intolerância ao frio;
  • Depressão;
  • Dificuldade de concentração;
  • Inchaço no rosto e nas pernas;
  • Dores musculares e articulares;
  • Batimentos cardíacos lentos.

Observe que esses sinais e sintomas do hipotireoidismo são pouco específicos.

Isso significa que varias outras situações clinicas podem causar quadros semelhantes.

Por exemplo: queda de cabelo e unhas quebradiças também podem ocorrer nos quadros de deficiência de ferro;

Dores musculares e articulares podem ser identificadas também em quadros de reumatismo ;

O cansaço excessivo pode ser uma das manifestações de um quadro de estresse intenso.

Desta forma, um Endocrinologista experiente deve ser consultado para que o diagnostico correto do hipotireoidismo seja feito e abordado.

Diagnóstico do Hipotireoidismo

A partir das queixas do paciente relatando sintomas sugestivos de hipotireoidismo, seguido pelo exame físico com observações de sinais também sugestivos, faz-se o diagnostico definitivo com a realização de exames de sangue.

Esses exames medem os níveis dos hormônios relacionados com a Tireoide: o TSH e o T4 livre

Tratamento do Hipotireoidismo

O tratamento é feito com medicamentos que repõem os hormônios que a tireoide não está produzindo.

Essas medicações contem o mesmo hormônio (a tiroxina) produzido pela tireoide.

A medicação deve ser tomada pela manhã, em jejum, e aguardar pelo menos 30 min para tomar o café da manhã ou qualquer outra refeição.

Além disso, a medicação deve ser ingerida sozinha e nunca tomada junto com outras medicações.

O controle do tratamento é feito com exames de sangue, em intervalos de 4 a 6 semanas após o inicio do tratamento ou do ajuste de dose.

Funcionamento Excessivo da Tireoide: Hipertireoidismo

O hipertireoidismo é uma condição que ocorre quando o funcionamento da glândula tireoide está aumentado, levando a produção excessiva dos hormônios tireoidianos

A ação do hormônio tireoidiano se faz em todo o organismo. Assim, as manifestações clinicas do hipertireoidismo podem acometer vários órgãos do nosso corpo.

Quais São as Causas do Hipertireoidismo?

Varias situações podem levar ao hipertireoidismo

  1. Doenças autoimunes: A causa mais comum de hipertireoidismo é a Doença de Graves. Essa doença aparece quando o sistema imunológico do paciente começa a produzir anticorpos que estimulam, de forma desordenada, o funcionamento da tireoide, levando ao hipertireoidismo.
  2. Nódulos Tireoidianos: A maioria dos nódulos tireoidianos não alteram o funcionamento da tireoide. Entretanto, uma parcela desses nódulos pode começar a produzir hormônios tireoidianos de forma desordenada, sem obedecer às necessidades do organismo. Podemos observar situações onde existe apenas 1 nódulo funcionante ou situações onde existem múltiplos nódulos funcionantes.
  3. Tireoidites: São situações onde ocorre uma inflamação aguda da tireoide. A tireoidite pode levar tanto ao aumento quanto a diminuição dos hormônios tiroidianos.
  4. Ingestão excessiva de iodo: Alguns pacientes podem ter doenças tireoidianas ( ex.: Doença de Graves, nódulo tireoidiano) que não estão aparentes. Em algumas dessas situações, caso ocorra a ingestão exagerada de iodo, esse elemento pode aumentar o funcionamento da tireoide, levando ao hipertireoidismo.

Quais são os Sintomas do Hipertireoidismo

Devido ao fato dos hormônios tireoidianos atuarem em todo o nosso organismo, as manifestações do hipertireoidismo são muito variadas. Além disso, elas dependem também da quantidade de hormônio tireoidiano produzido.

Alguns paciente podem ter apenas uma pequena elevação na produção dos hormônios tireoidianos, muitas vezes tão pequenas que não chegam a causar sintomas. Nestes casos, podemos diagnosticar o hipertireoidismo apenas por exames de sangue. Estes quadros mais leves são chamados de ” hipertireoidismo subclinico”.

Dentre as manifestações do hipertireoidismo podemos ter:

  • aceleração dos batimentos cardíacos;
  • tremores nas mãos;
  • perda de peso rápida e sem explicação;
  • suor excessivo;
  • sensação de calor;
  • cansaço;
  • irritabilidade;
  • dificuldade para dormir.

Em alguns casos, pode ocorrer acometimento dos olhos, que podem ficar mais “saltados” ou ” arregalados. Esse quadro se chama de “Exoftalmia” e, nos casos graves, pode levar ao comprometimento da visão.

Pode-se observar também o aumento no volume do pescoço ( bócio), que se dá devido ao aumento no volume da glândula com funcionamento aumentado.

Em alguns casos o hipertireoidismo pode evoluir para uma condição mais grave chamada de “Tempestade Tireoidiana”. Trata-se de um quadro raro, mas que pode colocar em risco a vida dos pacientes que a desenvolvem.

É importante buscar ajuda médica ao notar os sintomas, já que o diagnóstico e o acompanhamento são essenciais para evitar complicações.

Tireoidites

As tireoidites são inflamações da glândula tireoide.

Essas inflamações podem ser agudas ( que se desenvolvem dentro de alguns dias ou semanas), subagudas (aquelas que se desenvolvem dentro de alguns meses) ou crônicas ( que se manifestam dentro de anos ou mesmo por toda a vida)

A tireoidite crônica mais comum é a Tireoidite de Hashimoto, que ja vimos como a principal causa do hipotireoidismo

Tireoidites agudas

As tireoidites agudas são inflamações da glândula tireoide que geralmente têm uma evolução rápida e podem ser causadas por infecções bacterianas, virais ou fúngicas.

Elas são raras e podem provocar sintomas como dor intensa na região do pescoço, febre, calafrios e dificuldade para engolir.

Tireoidites Subagudas

As tireoidites subagudas, também conhecidas como tireoidite de De Quervain, são inflamações transitórias da glândula tireoide, geralmente causadas por infecções virais ( como o vírus da gripe) ou após uma infecção viral.

Essa condição pode se apresentar como um quadro de dor no pescoço, febre, fadiga e aumento da glândula tireoide, ou pode ser assintomática, apresentando apenas os sinais e sintomas da alteração do funcionamento da tireoide.

A evolução clínica das tireoidites subagudas geralmente ocorre em três fases:

  1. Fase da produção aumentada de hormônios tireoidianos:
  2. Fase da produção reduzida de hormônios tireoidianos:
  3. Retorno á função tireoidiana normal

Essa evolução em três fases pode confundir o medico que não tem uma experiência no tratamento das tireoidites, levando a instituição de tratamentos desnecessários.

A maioria dos quadros de tireoidites subagudas não necessitam de tratamentos específicos, apenas de sintomáticos.

Podemos observar ainda um outro tipo de tireoidite, a tireoidite pôs parto.

Como o próprio nome diz, essa tireoidite acomete mulheres no período após o parto.

As tireoidites subagudas são situações em que o funcionamento da tireoide volta ao normal sem demandar tratamentos específicos. Esse retorno pode demorar até 6 meses após o inicio do quadro.

Alteração da Anatomia da Tireoide: Nódulos tireoidianos

Os nódulos da tireoide são pequenos “caroços” que aparecem na glândula tireoide.

Na maioria das vezes, eles não causam sintomas e são descobertos durante exames de rotina ou consultas médicas.

Esses nódulos podem ser sólidos ou cheios de líquido, como cistos.

São condições muito frequentes, especialmente em mulheres, podendo acometer até 50% das mulheres por volta dos 50 anos de idade.

Como Eu Descubro Se Tenho um Nódulo Tireoidiano?

Podemos diagnosticar um nódulo tireoidiano de tres formas diferentes:

  1. Pela visão: alguns nódulos tireoidianos podem crescer muito, aumento o volume da tireoide e podendo serem vistos como um abaulamento na parte da frente do pescoço, denominados “Bócio”.
  2. Pelo exame físico: durante o exame físico, o endocrinologista pode palpar a glândula tireoide. Alguns nódulos podem ser identificados por este exame.
  3. Pelo ultrassom da tireoide: este é o exame de imagem de escolha para se diagnosticar, classificar e acompanhar os nódulos tireoidianos.
    • Quando identificamos um nódulo tireoidiano pelos dois métodos anteriores, o US da tireoide se faz mandatório.
    • Através deste exame podemos definir o tamanho e as características do nódulo. Com essas informações, o endocrinologista consegue definir qual a melhor conduta para cada caso.

Quando Devo Me Preocupar Com Um Nódulo Tireoidiano?

É importante saber que, na maioria dos casos, os nódulos da tireoide não são perigosos e não trazem problemas aos pacientes.

Contudo, alguns podem interferir na produção dos hormônios da tireoide, levando a problemas como hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios).

Além disso, em torno de 20% dos casos, estes nódulos podem ser malignos, constituindo o câncer de tireoide.

Como Eu Descubro Se meu Nódulo Tireoidiano É Um Câncer de Tireoide?

A primeira indicação sobre o risco de um nódulo tireoidiano ser maligno ou não é através do US da tireoide

Através do US, pode-se obter varias características do nódulo. Com essas características, podemos definir qual o risco do nódulo ser maligno ou não. Se a suspeita for indicamos uma biópsia da tireoide

A Biópsia da Tireoide é realizada pelo médico ultrassonografista, no consultório medico, sem necessitar de internação para tal.

Na maioria das vezes não necessita de anestesia.

Ela é feita com uma técnica chamada de “Punção Aspirativa com Agulha Fina – PAAF”, sempre guiada pelo US.

Na maioria das vesses a biopsia do nódulo é suficiente para definirmos se o nódulo é maligno ou benigno.

Entretanto, em alguns casos essa diferenciação não é possível!

Nestes casos, caberá ao endocrinologista, junto com o paciente, detalharem a melhor conduta para o caso.

Como Se Faz O Tratamento de Um Nódulo Tireoidiano?

O tratamento de um nódulo tireoidiano vai depender de que tipo de nódulo estamos falando.

  1. Nódulos pequenos, com características benignas ao US de tireoide ou naqueles que a biopsia confirmou ser benigno, a melhor opção é manter o acompanhamento clinico, geralmente com realizações de US de tireoide a cada 6 ou 12 meses.
  2. Nódulos funcionantes, que produzem hormônio tireoidiano de forma incontrolável, levando ao hipertireoidismo, podemos fazer o tratamento com iodo radioativo ou, em alguns casos, a cirurgia para a retirada da tireoide
  3. A cirurgia para a retirada da tireoide (Tireoidectomia) está indicada nos casos de nódulos grandes, que tornam-se visíveis na parte anterior do pescoço, naqueles que crescem para dentro do pescoço, podendo levar a quadros de engasgos ou falta de ar e em qualquer nódulo maior que 4 cm de diâmetro.

Câncer de Tireoide

O Câncer de Tireoide é o câncer do sistema endócrino que ocorre de maneira mais frequente.

Podemos identificar quatro tipos principais de câncer de tireoide, cada um deles com suas características, riscos e evoluções diferentes.

  1. Carcinoma Papilífero da Tireoide: é o tipo de câncer mais comum da tireoide (em torno de 80% dos casos).
  2. Carcinoma Folicular da Tireoide: é o segundo tipo mais frequente. Pode ocorrer invasão de vasos e metástases para fora da região do pescoço.
  3. Carcinoma Medular da Tireoide: originam-se de células especificas da tireoide, chamadas de células C. É um tipo raro de câncer de tireoide que pode, frequentemente, estar associado ao acometimento de outras glândulas do sistema endócrino, formando as chamadas “Neoplasias Endócrinas Múltiplas”.
  4. Carcinoma Anaplásico da Tireoide; é o tipo mais raro e também o mais agressivo dos cânceres da Tireoide. Possui uma evolução muito rápida e na maioria dos casos, não tem cura.

Quando devo suspeita que tenho um câncer de Tireoide?

Todo nódulo tireoidiano tem um potencial para ser um câncer de Tireoide.

Sendo assim, identificado um nódulo tireoidiano, o endocrinologista deve ser consultada para que, analisando as características do nódulo ele possa definir se o risco deste nódulo ser maligno é grande ou pequeno.

Pessoas que possuem parentes de primeiro grau ( pai, mãe, irmãos) que já tiveram diagnostico de câncer de tireoide devem fazer um ultrassom de tireoide, mesmo que não apresentem sintomas.

Quais são os Sintomas do Câncer da Tireoide?

Na maioria dos casos o câncer de tireoide não apresenta sintomas.

Entretanto, os sintomas podem aparecer em casos mais avançados e podem ser:

  • rouquidão que não passa;
  • dificuldade para engolir ou respirar;
  • inchaço na região do pescoço.

Como é Feito O Diagnóstico do Câncer de Tireoide?

Na maioria absoluta das vezes o diagnóstico é feito pela realização da biópsia da tireoide através da PAAF (Punção Aspirativa com Agulha Fina).

E exceção fica por conta do Carcinoma Folicular da Tireoide. Neste tipo, a PAAF indica uma “suspeita de malignidade”, mas não consegue fechar o diagnostico.

Este só pode ser definido após a retirada e análise da tireoide.

Como Tratar O Câncer da Tireoide?

O tratamento do Câncer da Tireoide começa com a cirurgia, onde é retirada toda a glândula e ainda alguns linfonodos localizados no pescoço. Essa cirurgia deve ser feita por um Cirurgião de Cabeça e Pescoço experiente

Após a cirurgia, iniciamos com a reposição do hormônio da tireoide em doses mais altas do que a convencional.

No próximo passo, o endocrinologista definirá se há a necessidade de complementar o tratamento com uma dose de iodo radioativo.

Por Que Usar o Iodo Radioativo?

Quase todo o iodo que ingerimos é armazenado dentro das células da tireoide. Quando realizamos a cirurgia para a retirada da tireoide que tem um câncer, algumas células cancerosas podem ficar no pescoço do paciente.

Quando administramos uma dose de iodo radioativo ( I131), a quase totalidade deste iodo fica concentrada nessas células cancerosas.

Por ser radioativo, o iodo destrói as células cancerosas que permaneceram no pescoço, aumentando muito o índice de cura do câncer da tireoide.

Nem todos os pacientes diagnosticados com câncer de tireoide tem indicação de usar o iodo radioativo. Por isso, o acompanhamento com um endocrinologista capacitado é fundamental para o correto manejo da doença.

O acompanhamento com endocrinologista dever se mantido a intervalos regulares, realizando exames de sangue e de imagem por pelo menos 5 anos.

Após este período, estando todos os exames dentro dos valores esperados, o paciente pode ser considerado curado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *